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Arte do post sobre You Get Me Going

É tanto fogo que você fica sem ar

You Get Me Going

Recomendo 5/5Hot

Uau. É assim o único modo possível para começar essa resenha: U-A-U. You Get Me Going pode até não prometer nada no começo de sua obra, mas entrega tudo e mais um pouco.

Acompanhamos a história de dois colegas de trabalho, gays e entendidos (só por isso eu já amo essa história), de 30 anos. Ambos têm um passado um tanto quanto questionável e sempre estão brigando um com o outro. Até que em um encontro às cegas eles se veem, e o que era para ser apenas uma memória ruim de um jantar caótico se torna muito mais do que isso...

You Get Me Going aposta na simplicidade e em muitas cenas quentes. Teve alguns momentos em que fiquei perdida sobre o rumo da história com tanto hot. Fato é que a arte é bela e as cenas quentes são variadas e complexas. É bastante curioso o passar do relacionamento dos dois de algo mais carnal e despreocupado para um caráter mais profundo e amoroso.

Os personagens da história são até relativamente bem feitos e apresentados, e a trama é um pouco boba talvez, mas nada que atrapalhe. You Get Me Going é um clichê bem-vindo e cativante ao apresentar uma história comum (mas nem por isso ruim) sobre dois adultos que evoluem juntos.

Tanto o UKE quanto o SEME (os nomes deles são muito difíceis) têm um gênio forte, e os desencontros entre eles fazem todo o decorrer da história ser muito prazeroso de acompanhar.

Recomendo para todos e todas (maiores de 18, com certeza). Quer um hot bem feito? Tá na mão. Quer um hot bem feito e um casal que dialoga e diverte? Então pode entrar. Quer apenas se sentir menos sozinha/o? Entra também.

You Get Me Going pode até ter seus excessos e clichês, mas sem sombra de dúvidas é uma obra que cumpre suas pretensões com maestria.